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Câmara aprova corte dos salários de presidente e ministros

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (24) projeto de decreto que reduz os salários do presidente da República e ministros de Estado de R$ 30.934,70 para R$ 27.841,2. O corte foi proposto pela presidente Dilma Rousseff em outubro do ano passado, como parte do pacote de ajuste fiscal que também incluiu a extinção de oito ministérios.

O texto agora segue para o Senado. Apesar de o anúncio de redução salarial ter sido feito em 2 de outubro, o Planalto só enviou o projeto de decreto ao Congresso em 9 de dezembro. Em 22 de dezembro, o Legislativo entrou de recesso o que postergou ainda mais o início do corte salarial.

Durante a sessão, deputados da oposição se revezaram em plenário para criticar o corte de pouco mais de R$ 3 mil. Para o deputado Daniel Coelho (PSDB-PR), a presidente deveria colocar em prática a promessa de cortar cargos comissionados, o que representaria um corte mais representativo de despesas.

Embora o corte de 3 mil cargos tenha sido anunciado no lançamento do pacote de ajuste fiscal, ele ainda não foi efetivado. Alguns funcionários chegaram a ser demitidos e readmitidos posteriormente.

“Cortar R$ 3 mil é uma demagogia barata. Faz jogo para plateia como se não a população não pensasse. Só o aluguel que ela gasta no exterior é maior que um mês do salário. Que tal cortar seus 3 mil cargos comissionados?”, afirmou.

Já o líder do PSOL, Chico Alencar (RJ), defendeu o corte salarial e destacou que os deputados e senadores não propuseram cortes nas próprias remunerações. “Que a austeridade chegue a todos, inclusive a nós”, defendeu o parlamentar.

Atualmente o salário de deputados e senadores é de R$ 33,7 mil, o mesmo que o de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

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